Ok! Devo dizer que meu último post me pegou no pulo. Sim, meus caros....quando tive o último post citado por um amigo, não o reconheci. É verdade que foi apenas um trecho, mas não reconhecer minhas próprias palavras é vergonhoso. Talvez isso tenha acontecido porque ,em uma fração de segundos, eu tenha mudado de idéia. Ou não.
Hoje quero particularmente fazer um breve comentário - individualizado - sobre os comentários que me foram deixados; sinceramente, não pensei que esse post - talvez tão pessoal e ao mesmo tempo tão universal - pudesse resultar em comentários tão produtivos.
Ao meu queridíssimo Lô: sim. Bem mais introspectivo do que os posts que tenho dedicado a essa página, porém bem mais reflexivo em relação aos que venho postado na seção "Diário". Ver onde vai dar? Bom...isso faz parte do risco, não?
Quanto à nossa teoria do amor...bem, ela vai ficar estagnada por um tempo, eu creio. São perguntas sem aparente reposta, mas é fato (FATO) que houve sim uma banalização. Acho que eu ainda sou(somos) nova/imatura demais para pensar de forma sensata sobre esse assunto, e você, melhor do que muitas pessoas, sabe o quanto o meu exagero me faz tomar decisões radicais. A certeza que a maturidade vai me fazer mudar isso é o que me faz acreditar num futuro mais racional.
Arii, amada: seu otimismo me derruba, sabia? Você, mais do que eu, tem motivos para estar desacreditada das pessoas e me diz exatamente o contrário: que o risco vale a pena ser enfrentado só pelo sabor da experiência. Que as maiores frustrações te ensinam, mas que as menores conquistas causam “a maior alegria do mundo”. Salve Zeus e todo o Olímpo que me trouxeram você.
Por fim, ao Sr. (a) Anônimo (a): primeiro eu gostaria muito que você colocasse seu nome....seu comentário realmente me fez pensar e acredito que você possa me acrescentar muitas coisas.
Quanto ao velho risco? Pra mim acho que a pergunta já virou uma afirmação, mas pretendo muito que isso mude e logo.
Se você acredita que escrevendo seus problemas serão parcialmente solucionados, então o faça. É o único conselho mais seguro que tenho a lhe dar nesse momento. Também tenho as minhas ataduras e olha que não são poucas....mas me acostumei com elas e as trato como fazendo parte da minha vida. Devo aprender com elas e a saber lidar para que elas não me sufoquem TANTO ASSIM.
Por agora, é só!